Classificações de azeites: Você sabe quais são?

Existem sete classificações de azeites, incluindo dois subprodutos. Conheça suas divisões! As classificações de azeites de oliva existem para ajudar o consumidor a entender mais sobre os produtos que consome. Dessa forma, fica mais fácil escolher o azeite ideal para as receitas.  A finalidade de classificar azeites de oliva é fazer um regulamento perante os […]

Existem sete classificações de azeites, incluindo dois subprodutos. Conheça suas divisões!

As classificações de azeites de oliva existem para ajudar o consumidor a entender mais sobre os produtos que consome. Dessa forma, fica mais fácil escolher o azeite ideal para as receitas. 

A finalidade de classificar azeites de oliva é fazer um regulamento perante os produtos vendidos, levando em consideração a qualidade dos azeites e os segmentos de mercado.

Segundo a Instrução Normativa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), as classificações seguem normas internacionais. 

Os produtos “Azeites de Oliva” e “Óleo de Bagaço de Oliva” são classificados em Grupos e Tipos. A classificação em Grupos de Azeite de Oliva é:

  • Azeite de Oliva Virgem;
  • Azeite de Oliva;
  • Azeite de Oliva Refinado.

Já o Grupo de Óleo de Bagaço de Oliva é dividido em: 

  • Óleo de Bagaço de Oliva;
  • Óleo de Bagaço de Oliva Refinado;

A classificação de ambos os produtos em Tipos é feita da seguinte forma:

  • Azeite de Oliva Virgem é classificado nos Tipos: Extravirgem; Virgem e Lampante.
  • Azeite de Oliva e Azeite de Oliva Refinado são classificados no Tipo Único.
  • Óleo de Bagaço de Oliva e Óleo de Bagaço de Oliva Refinado são classificados no Tipo Único. 

Neste artigo, vamos descobrir mais sobre as classificações de azeites e de seus subprodutos. Acompanhe!

Classificações de azeites

Os azeites de oliva possuem diferentes nomenclaturas quando produzidos e vendidos em cada país. 

Porém, há uma entidade reguladora formada por países produtores chamada de Conselho Oleícola Internacional (COI) que classifica estes produtos.

Uma boa classificação de azeites é feita a partir de uma análise química e organoléptica/sensorial.

Relatório de análises de azeite

O COI propôs um relatório de análises de azeites para realizar a classificação. Por variar de País para País, o conteúdo muda de acordo com os requisitos impostos em cada um. 

De acordo com a Instrução Normativa MAPA n° 1/2012, no Brasil, este relatório é redigido de forma detalhada, pois o País é um dos maiores importadores do mundo fora da União Europeia. 

Cada produtor de azeites deve submeter seu produto a análise em um laboratório credenciado pelo COI ou por um órgão local. Em nosso País, o Laboratório Nacional Agropecuário no Rio Grande do Sul (LANAGRO/RS) faz esta análise. 

Neste estudo, os componentes do azeite devem estar dentro dos parâmetros químicos nacionais. Caso o produto esteja fora dos parâmetros, o líquido é reclassificado ou tem sua venda proibida.

Com base nos resultados, o produto passa pela análise sensorial. A partir daí, o azeite é classificado. 

Agora, que você já sabe como é feito o processo, conheça as classificações de azeites e seus subprodutos:

Azeite Extravirgem

O Azeite Extravirgem é resultado de azeitonas saudáveis, colhidas e processadas por meio físicos e mecânicos, sem a adição de qualquer produto. 

Este azeite é obtido através de uma cuidadosa extração a frio e possui a acidez de, no máximo, 0,8%. 

Além disso, o azeite não possui nenhum defeito sensorial e em seu relatório de análise é constatado excelentes resultados, dentro dos parâmetros. É considerado o azeite mais puro, mais saudável e mais saboroso.

Lagar H garante a preservação dos frutos e um rigoroso controle de qualidade da colheita até o envase, resultando em azeites extravirgem de alta qualidade e com a presença de polifenóis íntegros e frescos.

O azeite extravirgem é utilizado em pão, torradas, queijos e pratos sofisticados. 

Azeite Virgem

O azeite virgem é o óleo extraído da azeitona menos sadia que teve um processo de extração sem qualidade. Também não possui adição de outros produtos. A acidez do azeite varia entre 0,8% a 2%. 

Este azeite pode ter alguns defeitos sensoriais como fermentação, ranço, borra, dentre outros, e a presença de polifenóis é bastante reduzida.

Azeite Lampante

O azeite lampante possui acidez acima de 2% e é produzido com diversos defeitos sensoriais. O líquido, obtido através da azeitona de má qualidade, não possui produtos adicionais e não passou por refino. 

Este azeite não é próprio para o consumo humano e deve ser usado somente na indústria. Para ser consumido como óleo alimentar deve passar por refino.

Azeite refinado

O azeite refinado passou pela refinação, com a adição de produtos químicos para redução de acidez e desodorização. Este azeite é produzido a partir do azeite de oliva lampante.

Durante este processo, o líquido fica sem sabor, cheiro ou cor. Para ser comercializado, é necessário a adição de azeite virgem tendo o nome comercial de Azeite de Oliva Tipo Único.

Subprodutos das classificações de azeites

Como citado, além dos azeites, a classificação também integra os subprodutos: óleo de bagaço de azeitona e óleo de bagaço azeitona refinado. 

Óleo de bagaço de oliva

O óleo de bagaço de oliva é proveniente do bagaço de azeitona extraído com produtos químicos e altas temperaturas. Sendo utilizado para cocção em cozinhas por seu baixo custo.

Óleo de bagaço de azeitona refinado

Para ser consumido, o óleo precisa ser refinado. Então, ao passar por refino, ele está apto para ser utilizado como óleo de frituras, com ponto de fumaça acima de 200 ºC. 

Como visto, existem diversas classificações quando falamos em azeites e subprodutos. Cabe ao consumidor escolher o produto ideal para a receita. Quando for escolher azeite extravirgem, escolha o verdadeiro, compre Lagar H. Entre em nosso site e veja as nossas mais variadas safras.

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